Calçadão Centro de Vitória – Presidente da AMACENTRO prof. Walace surpeende pelo tom cultural com homenagem e gentileza.
Flores e Lírios a AMACENTRO fez oferta em tom plural de mensagem aos novos comandantes da guarnição de policiamento militar.
Uma representativida dos líderes da AMACENTRO que a parte se pronunciou pela mensagem do Presidente prof. Walace em elegância
Não apenas salários adequados a capacidade orçamentária do estado. Foi investido também em estruturação, “Poder de Fogo, operacionalidade no enfrentamento a crimes” que já estabiliza em percentuais de quedas constantes ano a ano – mês a mê, desde “Histórica Greve da Polícia Militar em fevereiro de 2017” a paralização de 22 dias que infelizmente traumatizou, manchou o “governo Paulo Hartung, que optou politicamente pelo Não ao dialogo ou se dialogou, dialogou tardiamente”.
Mas a questão herdada em 2019 pelo governador José Renato Casagrande não era só salário defasado, era os riscos diários que policiais e familiares temiam, risco de vida pela estagnação do efetivo sem realizações de concursos públicos buscando superar o défice de efetivio militar por habitantes.
Normas definidas pelo quantitativo populacional, ignoradas que custaram vidas de policiais e 220 civis no perio de 22 dias de ausencia da policia militar em atividade imprescindível em valores.
A falta de democratização nas intituições em geral produzem traumas, oprime em qualidade de vida, lazer, arte, trabalhos diários e estudos por receio de assaltos, homicídios, furtos, violência em gral.
A GREVE DA POLÍCIA MILITAR OCOREU PORQUE?
AS ESPOSAS DOS Policiais VENDO QUE SEUS CONJUGUES adoeciam por instâncias pscológicas e financeiras, Estavam AFETANDO O COLETIVO familiar e social, não havia autoestima operacional de efetivo estagnado. O efetivo insuficiente de policiais afetando não só a estutura de todas as famílias dos militares da PM, afetavam á vida, os dias da pessoas nas comunidades, bairros pelos 78 municípios no estado.
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A falta de diálogo imposta pelo então governador, tornou por 22 dias nossas ruas desertas, lojas e comercios assaltados, terror nas fazendas, sitios no interior e pela inseguramça na Grande Vitória, pelo vandalismo a ação de pessoas em crime com saques a supermercados, lojas de eletrodoméstico e o mais marcante.
Em 22 dias, pela falta de diálogo, os mais de 220 óbitos. Intervenvão Federal com a vinda de tropa da Guarda Nacional para amenizar o crescimento do peri[íodo de desgoverno que se instalou com a aausencia do governado que estava fora do estado, cabendo ao então governador em exercicio Cesar Colnago, reiniciar o diálogo com as entidades de classes que repesentam as categorias dos profissionais.
Cesar Colnago agui corretamente respeitando o direito de greve, mesmo sendo por LEI – INcosntitucional a paralização de Policiais Militares. Cesar Colnago foi vitima da omissão do então governador. que se retirou do estado por extratégia, mas a determinação e coragem das esposas dos policiais foi fator de mérito respeitada pelo governador interino Cesar Colnago.
Porque indgnadas ás famílias de milhares de Policiais formaram o movimento pela incerteza que o policial militar possuia em retorno familiar. Pelo descaso com a estrutura militar que dos 8500 militares cerca de 2000 militares encontravam-se afastados por problemas diversos e o receio pelo incerto, perante o enfraquecimento operacional e psicológico IMPERAVAM por imposição de um gestor, governador que optou pela estagnação de salários e investimentos não só em segurança pública, mas em todos os demais setores sociais.
Além de voluntários organizados, democratizados novos servidores na PM, Pólicia Militar como os proficionais que em dupla realizam atividades voluntarias na vontade de ser mais eficaz a população, hoje temos em visão democrática de uma nova era em razão dos frutos gerados pelo “Estado Presente”.
Elevo a atitude de Rosilene de Sá – coordenadora de segurança da AMACEnTRO e presidente da AMACENTRO professor Walace ao fezerem questão de simbolícamente vivermos ato de gentileza, cordialidade, agradecimentos.
Professor Walace pediu para falar por último, iria falar após declaração, testemunho que ofertei na minha fala como editor, que enfatizo. Atuo pela condição de levar as comunidades respostas em 5 perguntas. As 05 indagações aventuro por missão buscar respostas – O que? Quem? Quando? Porque? Como? estão os rumos sociais, como prorrogativa profissional exerçe em imparcialidade sem associar a A ou B, oferta faz pela Contituição Federal de 1988 – LEI de IMPRENSA – LIVRE, devo como editor participar e um todo inserir visão positivista nos problemas sociais da cidade, do estado e no caso, na atualidade por morar na Vila Rubim – que defino Vila Ruim, oferto meus dias a Região do Centro de Vitória.
Os 05 PORQUES, interrogações apuro e insiro buscar respostas nas necessárias buscas ás correções.
Correções que o índice crescente de moradores em condições de rua me relatam, as instituições relatam, o comércio relata, os idoso oprimido relata, o jovem relata e o poder público não unifica solução. Na realidade o Governo do Estado percebo por autoridade busca de diálogo e parcerias aceita, tem buscado e concretizado em todos os municípios parcerias, mas gestão do ex prefeito Pazolini/ hoje prefeita Cristiani Samorini ainda encontra recusa ao diálogo.
Mas a sociedade oferta diálogo, homenagem, incentivante. parabenizo aos líderes que em reunião se fazem ouvir e serem voz de seus vizinhos, moradores dos bairros. Pórem é necessário amplar também o número de homens e mulheres que ainda não se fazem presente ás democráticas reuniões comunitárias com autoridades que são nossos funcionarios públicos. Profissionais dedicados dignos de apoio e reconhecimentos.
Flores para Major Edinéia e Lirios Bramcos para os novos comandantes Major Izac e Ten. Dondoni
Surpreendendo a todos pela gentileza verdadeira. em nome da AMACENTRO, pelos diretores a oferta Florês e Brancos Lirios – PAZ para os militares.
Professor Walace em discurso, sua voz para as comunidades defendeu uma explanação ampla de empenho e respeito cultural, veja em matéria publicada o discurso na integra.
Editor – Empreendedor no setor de publicações independentes e fundador do Jornal Calçadão em 1988 – agosto. Fundador do Parque Pedra da Cebola – onde com o Jornal Calçadão durante 10 anos construiu uma tese : Notícias Saudáveis transformam a sociedade doente.. Editor da Revista Municípios do Espirito Santo – 1998 a 2010 – Com 18 edições.


