Entrevista – Armandinho Fontoura – Vereador Vitória. A familia é o maior bem que possuímos e a política faço por vocação e amor a Vitória e ao estado
Armandinho Fontoura (PL) - vereador reeleito com 3076 votos em outubro de 2024, é um dos jovens que as raizes familiares vem do Centro de Vitória. VIVA a infância É EM SUA CONCIENCIA, ás inúmeras e boas recordações da Rua Marcondes de Souza onde era a casa da sua bisavó, lembra muito da Rua Sete de Setembro, Parque Moscoso, Praça Costa Pereira, Beira Mar, Cidade Alta, momentos que fazem dos bairro da Região do Centro de Vitória serem uma extensão de atuação política, pessoal e social. “O Centro de Vitória é importante para toda cidade, porque foi no Centro de Vitória que o estado inicia a história política, social, cultural e econômica”, define o vereador.
Entrevista – Por Mário Berardinelli – jornalcalcado.com.br
A família mora na Praia do Canto onde, região onde teve sua maior votação em 2020 tornado um representante na cidade de forma atuante e contundente no cenário de Vitória e do estado.
Foi como liderança no PSDB/ JOVEM que Armandinho Fontoura viveu seu processo de inserção na política popular de Vitória. Chegou a liderar o movimento Praia do Canto Merece Mais.
Como representante dos moradores da Praia do Canto, pelas conquistas e trabalhos desenvolvidos, a notoriedade de seu potencial político solidificou sua primeira oportunidade de ser vereador da cidade – obteve 1264 votos, e hoje de forma crescente, reluzente tornou-se perante ás lideranças conservadoras, políticos de mandatos que defendem a família, a pátria em ações e discursos a direita.

Bolsonarista fiel, Armandinho foi cerceado de assumir a presidência da Câmara Municipal de Vitória. Armandinho foi eleito presidente da Câmara de Vereadores da Capital em 1º de agosto de 2022, em chapa única.
Iria assumir a Mesa Diretora da Casa no biênio 2023 e 2024 mas, por ordem, decisão do Supremo Tribunal Federal, Ministro Alexandre Moraes, fora impedido de exercer o mandato. Sofrendo a perda do mandato e da presidência da CMV.
Armandinho, que havia sido preso em 15 de dezembro de 2022, foi solto em 19 de dezembro de 2023. Inviabilizando a sua ascendente ação política na capital do estado. Superou a fase com apoio da família, amigos e eleitores os dias de extrema dor, pelo afastamento do direito de exercício político sem embasamento jurídico legal.
Porém, vida que segue e quem acredita em Deus, bênçãos são derramadas de forma inimaginável.
Em entrevista ao jornalcalcadao.com.br , o vereador apresenta amadurecimento, e pelos seus olhos podemos certificar a visão no futuro, Armando Fontoura revela fatos que expressam verdades que devemos observar e tornar público.Armandinho Fontoura (PL) é da base aliada do prefeito Lorenzo Pazolini na Câmara Municipal.
Parlamentar Nikolas Ferreira – Dep. Federal.
Nome de destaque nacional que o vereador tem como espelho é o parlamentar Nikolas Ferreira, expoente deputado federal ao lado de Gilvan da Federal no Congresso em Brasília, parceiro do vereador que da CMV, como vereador, alcançou projeção nacional nos partidos de Direita – conservadores no Brasil. Outro nome que Armandinho é aliado de Gilvan da Federal – Deputado Federal pelo partido Liberal – PL, representando o estado do Espirito Santo no Congresso nacional – Brasília.
Gilvan da Federal – A bandeira é o patriotismo, Dep. federal pelo PL, deve ser parceiro de Armandinho Fontoura, nome que é citado como possivel candidato a dep. estadual pelo PL.
No cenário das eleições de 2026, o vereador Armandinho passa a ser destaque pelo amplo e notório crescimento em nível municipal e estadual. O trabalho continua e o vereador busca espaço em toda cidade, atuando pela melhoria da qualidade de vida na capital. Gilvan da Federal, deputado aliado, no partido Liberal – PL.

Vereador Armandinho Fontoura (PL) – Vereador – Vitória ES.
Armandinho Fontoura, fale sobre sua formação, infância e inicio na política. Como iniciou na política na capital?
Sou natural de Vitória do Espírito Santo, minha família é da Rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória. Foi na Praia do Canto que passei a infância. Estudei na Escola Santa Bárbara onde, fiz o primário, possuo formação superior, cursei Direito na FAESA, Multivix, sou formado em gestão pública.Iniciei minha atuação política aos 14 anos, participando do movimento estudantil.
Minha família é da Rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória. Foi na Praia do Canto que passei a infância.
Posteriormente iniciei em movimentos políticos partidários, movimentos anti Petista. No bairro Praia do Canto, onde moro hoje participei de forma atuante no Movimento Comunitário. Em 2020 fui eleito vereador.
As filiações Partidárias tem ênfase a direita, sempre em partidos conservadores?
Sim, fui filiado ao PSDB, participei do PSDB jovem, sempre me posiciono partidariamente em partidos ANTI – PT. Partidos de oposição ao Partido Petista. Hoje sou filiado ao Partido Liberal – PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Sou Bolsonarista. Apoio o presidente Jair Bolsonaro.
No inicio acreditei que o PSDB era de direita, porque disputava eleições contra o PT, mas, com o tempo vi que não atuava como anti Petista (PT). Minha convicção política sempre foi de direita.
Como foi a atuação no seu primeiro mandato de vereador, eleito em 2020 com aos 29 anos?
Muito rico, a maior produção legislativa da história da Câmara Municipal de Vitória – CMV, somos vereadores da capital do estado.
Fui eleito para presidente em agosto de 2022, fui eleito pelos vereadores para assumir a presidência da CMV em janeiro de 2023, o mandato iniciaria em 01 de janeiro de 2023 e terminaria em 31 de dezembro de 2024.
Tivemos uma atuação muito atuante, rica em atuação como legislador. Representando os interesses das comunidades, não apenas da Praia do Canto, do Centro de Vitória, em todos os bairros da cidade me fiz e me faço atuante. Atuo servindo a cidade. Sempre coloco meus mandatos a disposição de toda a cidade.
O que impediu que assumisse a presidência da Câmara Municipal de Vitória em janeiro de 2023?
Infelizmente fui preso por acusação injusta por atos ANTI Democráticos, uma perseguição implacável do sistema que me jogou no STF – no Alexandre de Moraes por “atos antidemocráticos”.
Arbitrariamente fiquei preso por 368 dias. Um ano e quatro dias preso. Posteriormente afastado do primeiro mandato. Fui preso no dia 15 de dezembro de 2022. Duas semanas antes da posse como presidente de Câmara Municipal.
Como foi então a sua campanha para vereador em 2024?
Disputei eleição em 2024, mesmo com restrições duras. Usando tornozeleiras, restrições de rede social, podendo ficar em campanha somente até as 20 horas e mesmo assim, fomos reeleitos com o triplo de votos, sem redes sociais.
Deus abençoou, o povo apoiou e crescemos a votação de 2020, para 3.076 votos nas eleições de outubro de 2024.
Como seria a gestão Armandinho Fontoura como presidente da Câmara Municipal de Vitória?
(Risos). Com certeza a Câmara Municipal já estaria no Centro de Vitória há muito tempo, sempre foi uma meta de nossos mandatos a ressignificação e revitalização do Centro de Vitória.
Eu propus porque faz um sentido muito grande para cidade, para história da instituição Câmara Municipal – CMV. É um passo obrigatório, representa muito para cidade.
Em que acredita, o que consegue ver com a ida, ou melhor, o regresso do Poder Legislativo, da CMV para o Centro de Vitória?
Faz muito sentido o retorno da instituição para a sua origem. Voltar com alguns órgãos públicos ajuda a fomentar o comercio, requalificar e ressiguinificar. Movimentar positivamente a região.
Por exemplo, o atual presidente da CMV Anderson Goggi (PP) está atuando, se empenhando no sentido correto. A Lenise Loureiro fez um trabalho nesse sentido quando atuou no governo do atual governador implementando o conceito de “cidade administrativa”
Tivemos algo muito ruim, a migração dos órgãos públicos começou com a saída do Tribunal de Justiça, com a saída da Assembleia Legislativa, Receita Federal, Tribunal Regional do Trabalho entre muitos outros importantes órgãos públicos. A migração para Av. Beira Mar, para linda Região da Enseada do Suá. O Centro de Vitória não possui mais serviços de cartórios. Somente o cartório de protestos de Títulos ainda está no Centro.
A movimentação de pessoas caiu, e o comercio fica prejudicado.
A história do Centro de Vitória é muito rica para ser ignorada?
Sem dúvidas o fato de gestões públicas terem ignorado a relevância da história dos bairros do Centro de Vitória foi um erro sério. A região central causou um prejuízo de morte ao comercio, a qualidade de vida dos moradores dos bairros Moscoso, Santa Clara, Vila Rubim, Piedade, Parque Moscoso, Ilha do Príncipe, Bairro Centro, Fonte Grande e até mesmo a região vizinha, a Grande Santo Antônio perde com a evasão de vida comercial e política presente onde nasceu o estado.
Os imóveis abandonados, as praças sem vida social, lazer nos logradouros públicos. A insegurança predominava até pouco tempo. Ações de combate e ações políticas estão sendo desenvolvida e a presença dos vereadores na região faz sentido porque ali a Câmara Municipal e diversas sedes dos poderes estiveram por décadas e mais décadas na região.
A sua ligação e atuação de mandato com a Região do Centro é fato presente em sua vida, social e política?
O Centro é uma região espetacular, a origem da minha família vem de lá. Meus pais, o princípio da família, a Rua Marcondes de Souza. A minha bisavô, por parte de pai quando chegou ao estado foi morar em cima da antiga Doll Esportes, uma loja a na Rua Sete, loja do Sr. Francisco Azevedo, comerciante tradicional. Eu tenho minhas raízes no Centro.
Eu fui relator da Lei Municipal do Retroifit, uma Lei municipal importante, pouco divulgada, muito pouco assimilada, pela Lei o município oferta incentivos de ação e valorização dos imóveis abandonados e em uso por famílias, condomínios.
Temos a redução da tarifa, imposto de ISS nas empresas instaladas, sobretudo na área de tecnologia. Temos o Mercado da Capixaba, reformado recentemente, luta de mais de 20 anos, um patrimônio público que em 2026 completará 100 anos de história. Porem, precisamos de mais ações políticas do executivo para revitalizar o Mercado da Capixaba de vez, reintegrá-lo ao comercio como atrativo. Potencializar o investimento.
Temos a o Mercado da Vila Rubim. Precisamos tornar o Tradicional Mercado da Vila Rubim, precisamos tornar o Mercado da Vila Rubim no Mercado Municipal, bem feito, com investimentos, intervenções de modernização.
Eu gosto de ir lá porque os produtos são muito mais baratos, lá encontramos de tudo que precisamos. Produtos de qualidade, diversificação de produtos em oferta. Procuro sempre frequentar a Vila Rubim aos sábados.
Mas, ao lado temos um desafio, ao lado do Hospital da Santa Casa que está sendo extraordinariamente reformulado, temos uma aberração, uma rua de “Noias” á céu aberto e um Destacamento de Polícia Militar inviabilizado.
O Bar Santos, um restaurante que possui história, gosto muito de almoçar no Bar Santos, possuo uma relação familiar, é uma referência na cidade, no estado. O “Creme Americano”, receita única, uma delícia.
E culturalmente, o que vê que necessita ser revisto, ser renovado para melhor ser ofertado a sociedade, ao turismo?
Se a gente vai para o Centro de Vitória respiramos história, nós temos no Centro vocações. Temos diversos equipamentos públicos que não são integrados em uma agenda cultural.
Como exemplo: Temos o teatro Carlos Gomes (que está reformando – há 6 anos fechado), um absurdo.
A galeria de Artes Homero Macena que ninguém divulga o que tem em exposição lá, a própria FAFI que é municipal que está funcionando, mas não vai, além disso, o Museu de Artes do ES (minha mãe trabalhou lá, servidora efetiva aposentada – bibliotecária), Palácio Sonia Cabral – antigo palácio Domingo Martins – foi sede da ALES, possui agendas de eventos, o Teatro Glória onde temos algumas programações veinculdas ao SESC (porém em janeiro e fevereiro fica fechado sem programação} com problemas de manutenção, caiu uma fachada, marquise, um absurdo, a Biblioteca Adelpho Monjardim, temos o Sitio Histórico – Catedral Metropolitana, Igreja do Rosário, Igreja N. S. de Lurdes, o Palácio Anchieta que é aberto a visitações. A própria Galeria de Artes do Palácio Anchieta que é uma ação muito bem feita após a revitalização.
São diversos equipamentos que não são integrados, não possuem agenda cultural unificada, informando ás atividades, as ofertas culturais. Você não tem um calendário cultural ofertando o Centro, ás atividades.
Como vê o resultado da falta de unificação, integração entre os poderes no setor cultural, a exemplo?
O que justifica um morador sair de nossa cidade, dos barros da Grande São Pedro, da Grande Maruípe, Mata da Praia, Praia do Canto, do interior do estado, de Serra, Vila Velha, Viana… de qualquer lugar do Brasil, do mundo, para visitar o Centro de Vitória. Estamos desorganizados, sem propósito, sem oferta unificada.
Imagine bem, Ir a Vila Rubim para ver os “NOIAS”, gente sofrendo por descaso do poder público, por falta de propostas reais, que ofertem resultados.
Ver gente, pessoas, seres humanos que poderíamos reintegrar á sociedade? È o que temos em destaque, pessoas que poderíamos, podemos reeduca-los profissionalmente, reeduca-los financeiramente, inserindo-os ao mercado de trabalho. É o que se destaca hoje na região.
Como avalia a nomeação de Eugênio Martini, morador e comerciante do Centro para administrar a Regional 1 – Regional Centro de Vitória?
Eugênio Martini é um herói.
Explico. Ele é um abnegado, um morador, comerciante apaixonado pelo bairro onde mora, pelo Centro e seu riquíssimo potencial ultrajado, ignorado por décadas. Uma população, moradores e comerciantes sofrendo com descasos diversos dos poderes públicos. Principalmente por gestões dos poderes executivos municipal e estadual.
Uma pessoa de valor, uma pessoa que está disposta a sair de sua “zona de conforto” e ir a luta, fez, investiu em um ato que durante anos ajudou a salvar vidas. Criou a “central de monitoramento no Centro de Vitória”, tanto é que o governo do estado hoje está fazendo as centrais de monitoramento em toda a Região Metropolitana, Serra, Vitória, Cariacica, Vila Velha, Viana e posteriormente Guarapari e Fundão.
Foi interrompido pela ação do ex vereador do PSOL, partido de esquerda. Eugenio Martini como pessoa e como administrador da Regional Centro – R1, tem nosso apoio total para continuar exercendo um trabalho transformador na região.
Entrevista e edição – Por Mário Antonio Berardinelli Bernabé.
Editor – Empreendedor no setor de publicações independentes e fundador do Jornal Calçadão em 1988 – agosto. Fundador do Parque Pedra da Cebola – onde com o Jornal Calçadão durante 10 anos construiu uma tese : Notícias Saudáveis transformam a sociedade doente.. Editor da Revista Municípios do Espirito Santo – 1998 a 2010 – Com 18 edições.















