Calçadão Cultura – Antiguidades em meio a Lama – Rua da lama
A Rua da Lama, tradicional endereço da capital, localizada em Jardim da Penha, recebe, mais uma vez, uma viagem pelo tempo. Neste sábado, das 9 às 16 h, o asfalto vira palco de memórias, histórias e reencontros com o passado, na tradicional Feira de Antiguidades da Rua da Lama, organizada pela Secretaria Municipal de Cultura de Vitória (Semc)
Memórias à mostra: Rua da Lama recebe a Feira de Antiguidades neste sábado (2)
Por Pedro Vargas ([email protected]), com edição de Andreza Lopes foto – Leonardo Silveira.
Como um velho relógio que insiste em marcar não apenas as horas, mas também afetos e lembranças, a Feira acontece todo primeiro sábado do mês e se tornou um verdadeiro ponto de encontro entre gerações.
É fácil se perder pela rua transformada em túnel do tempo: porcelanas que guardam delicadeza, móveis que já ouviram risadas antigas, moedas e selos que cruzaram oceanos, bijuterias com toques de história e discos de vinil que ainda fazem ecoar canções de outras épocas. Cada uma das mais de 20 barracas é um baú de segredos, onde o passado se oferece como presente.
E não são apenas os objetos que contam histórias. Artistas de rua, músicos, pintores, caricaturistas e as famosas estátuas vivas estarão por lá, colorindo a atmosfera e transformando a feira em um museu vivo, a céu aberto.
Para o secretário de Cultura de Vitória, Edu Henning, a Feira é mais do que um mercado de antiguidades: “esse evento mensal construiu um espaço onde as histórias ganham vida, onde o passado e o presente se encontram para trocar memórias e sentimentos.”
“O convite está feito: basta chegar, deixar-se guiar pela curiosidade e descobrir que o passado, quando cuidado, ainda tem muito a ensinar”, convida Henning.
O passeio é gratuito e aberto a todas as idades.
Serviço
Feira de Antiguidades da Rua da Lama
Quando: sábado (2), das 9 às 16 horas.
Onde: Avenida Anísio Fernandes Coelho, Jardim da Penha – Rua da Lama – Vitória.
Entrada Franca (evento ao ar livre).
Editor – Empreendedor no setor de publicações independentes e fundador do Jornal Calçadão em 1988 – agosto. Fundador do Parque Pedra da Cebola – onde com o Jornal Calçadão durante 10 anos construiu uma tese : Notícias Saudáveis transformam a sociedade doente.. Editor da Revista Municípios do Espirito Santo – 1998 a 2010 – Com 18 edições.
