Calçadão Brasil x EUA – Embraer afetada pelas tarifas do Donald em nome do TIO SAN. Capitalismo.

Calçadão Brasil x EUA – Embraer afetada pelas tarifas do Donald em nome do TIO SAN. Capitalismo.

O Brasil não é a China, mas optou pelo confronto num primeiro momento — e agora talvez seja tarde para reclamar da falta de abertura para o diálogo na Casa Branca. À Embraer e demais exportadores, resta contar com o apoio de clientes americanos que sofrerão impactos importantes com o encarecimento dos produtos brasileiros.

O Congresso Nacional, por sua vez, ateou fogo na mata com a aprovação do ‘PL da Devastação’ na calada da noite, imediatamente após uma abertura de investigação do Departamento de Comércio Americano sobre práticas anticoncorrenciais envolvendo pix, 25 de março e, veja só, desmatamento. Chega a ser irônico um governante negacionista do clima usar a proteção ao meio ambiente como argumento anticoncorrencial. Mas Trump agiu em nome do interesse de pecuaristas locais, que reciclam velhos argumentos para se insurgir contra a carne brasileira, mais barata, e que vem ganhando mercado a galope. Se os nobres parlamentares quiseram surfar na disputa comercial com os EUA para fazer política interna, o PL foi um tiro no pé dos interesses dos ruralistas.

Ministro Supremo Tribunal Federal – Dr. – Excelentíssimo Juiz STF – Suprema Corte – Brasil –  Alexandre de Morais

Já o ministro supremo Alexandre de Morais deu argumentos para Trump com a decisão que impediu o ex-presidente Jair Bolsonaro de acessar redes sociais e se comunicar com o filho deputado Eduardo, autoproclamado artífice do tarifaço. Se havia indícios de que Bolsonaro estaria armando uma fuga do país, a tornozeleira faria o serviço. Sem entrar no mérito jurídico ou da urgência da medida para defender a soberania nacional — ela certamente não ajudou a abrir um canal de negociação com Trump.

BOMBAS DIPLOMÁTICAS – Medidas Devastadoras –  Tarifas- EUA – Nota do editor –  jornalcalcadao.com.br –  acesse –

O presidente Americano – EUA – Donald Trump  – “Tio SAN” – Bombardeio – BOMBAS LETAIS – Frutos de ataques em atualidade de “Período de Guerras”, deflagrados nas economias pela força de ataque financeiro, econômico  do capitalismo em economia mundial nas Nações do Mundo. Por força politica IMPOSTA, deflagram BOMBAS que podem e irão, sendo avassaladoras bombas em projeção de ato político de guerra estratégico com deflagração de era de potencial  genocídio á Humanoide em Guerras dentro de uma Grande Guerra em direção radioativa pelo tempo em lares, afetando a paz de humanos, ás familias, o sustento familiar, pelo desemprego, misérias aos pais de famílias pelo atrofiamento econômico de países livres, em Paz, afetados pelo Bombardeio Econômico” pela projeção “Radioativa e cruel de desemprego” pelo enfraquecimentos da livre nações que negociam frutos de trabalhos, produtos, serviços, econômicos com EUA, por décadas seus dividendos produtivos em exportações mundiais. Hora decaptados pelas tarifas bombásticas.

Trump não é um adversário razoável. Faz uso de sanções econômicas na forma de tarifas comerciais para tentar interferir indevidamente em decisões políticas e do Judiciário brasileiro. Mas a Casa Branca vem se mostrando aberta à negociação com diversos países — e estes vêm fazendo concessões aqui e ali em troca de tarifas menores.

O Brasil não é a China, mas optou pelo confronto num primeiro momento — e agora talvez seja tarde para reclamar da falta de abertura para o diálogo na Casa Branca. À Embraer e demais exportadores, resta contar com o apoio de clientes americanos que sofrerão impactos importantes com o encarecimento dos produtos brasileiros.

Encomendas

A Embraer detém 80% de mercado na aviação comercial regional e tem 181 jatos E1 175 encomendados por seis companhias aéras americanas com entregas previstas para os próximos anos. Não há concorrentes no segmento e a alta dependência das empresas aéreas conta a favor da fabricante brasileira. Só a Skywest encomendou 60 aviões em junho, no valor de US$ 3,6 bilhões — com 50% de tarifa, a conta sobe para US$ 5,4 bilhões. A empresa conta com o apoio da cliente, assim como da American Airlines e também fornecedores de motores como GE, para tentar sensibilizar o governo Trump.

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Na aviação executiva, a situação é mais sensível: 70% das receitas no segmento vêm das vendas para os EUA e a perda de competitividade favorece os concorrentes locais. Apenas dois clientes — Netjet e Flexjets — compraram 400 jatos executivos da Embraer em contratos recentes que somam US$ 12 bilhões. As encomendas do primeiro contrato começaram a ser entregues este ano. E o segundo contrato, de US$ 7 bilhões com a Flexjets, o maior da história nesse setor, foi anunciado em fevereiro deste ano.

A favor da Embraer está ainda o fato de que a empresa tem fábricas locais — e Trump já disse que isso conta pontos. São duas fábricas na Flórida, 3 mil funcionários e US$ 3 bilhões em ativos. Das fábricas saem jatos executivos e também o caça Super Tucano, vendido para a Defesa americana.

Opinião

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. – Fonte.

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