Calçadão Centro de Vitória – Governo do estado deve iniciar obra de estacionamento com urgência – Até hoje só temos a placa com o investimento autorizado.
Portanto, os moradores da região da Cidade Alta, da abandonada centenária - histórica Praça João Climaco agradecem se as obras do estacionamento em anexo ao Palácio Anchieta iniciarem ontem, com a palavra o governo do estado.
Por – Mário Berardinelli – editor. jornalcalcadao.com.br
Um dos maiores problemas do Centro de Vitória é a falta de estacionamento com segurança e de fácil acesso facilitando compras, consumo. O comércio, as empresas e orgãos públicos muitas vezes pelo cidadão tem acesso dificultado por falta de vagas nas proximidades do local de compra ou serviços ofertados com o retorno a região das intituições públicas.
Situações a serem inovadas em visão política, onde os clientes e contribuintes possam conhecer serviços públicos ofertados, comércios, vitrines, restaurantes, pontos turísticos, visitações ás igreja – catedral e usufluir da oferta com comunodidade, por poderem optar sem dificulfade de ofertas de espaços, vagas para estacionar com segurança.
Porém, até o momento na obra ao lado do Palácio Anchieta só existe a placa indicando que a ordem de serviços foi determinada pelo período de governo José Renato Casagrande que com visão anunciou o investimento na ordem de R$2.319 milhões com contrato definindo a empresa Oliveira Barros Contrutora responsável pela obra.
Moradores do entorno enfatizaram de forma unânime. “Gostariamos, solicitamos que a obra inície imediatemente. É uma obra de grande relevância para o próprio dia dia do Palácio Anchieta, dos moradores, do comécio local e para o turismo na Cidade Histórica que tem ofertas ainda não exploradas corretamente, gerando divisas.”
Engana-se quem acredita que somente com a vinda, retorno das repartições de funcionalismo público ao Centro de Vitória passará a ter mais clientes em rítimo de compras no comércio local.
Os moradores, visitantes do entorno do Palácio Anchieta, com a obra concluída terão mais espaços para estacionar em dias de eventos na sede do governo estadual. Cidade Alta – Centro – Vitória.
O fomento real, com o retorno das repartições públicas em dividendo fica para restaurantes que de forma prática faturam com a facilidade de compra de alimento, (almoço e refeições) que os funcionários diariamente fazem.
Sim, o retorno das repartições públicas ao Centro de Vitória, a presença dos funcinários públicos na região foi um bom ato do governo estadual, mas trouxe necessidades de mais vagas para estacionamentos, a abra será um inicio positivo do atual governador, na ação de governar com diálogo o estado.

Na Cidade Alta, Centro Histórico de Vitória – capital, o governo José Renato Casagrande e Ricardo Ferraço apostam, investem em mais uma obra na cidade de Vitória buscado reeditar sentido norte de real reedição, potencialização. mas a meses a obra se resume em uma Placa com valores, custos, contratação já em defazagem?
Buscando tirar da estárica a questão do número de ofertas de vagas para estacionamento autoriza obra nas proximidades do Palácio Anchieta. O governo autorizou obra orçada em R$ 2.319.oo,oo em terreno anexo ao Soberano e Secular Palácio Anchieta com objetivo e inovar pensamento sobre a questão visível. Infelizmente só autorizou, obra mesmo ainda não iniciou.
O presidente da Assembleia Legislativa teve a honra de conduzir a ALES, e os deputados estaduais aprovarem o orçamento que é recorde. Sobe de 34 bilhões em 2025 para 56 bilhões previstos para orçamento estadual em 2026. Capacitando projetos inovadores. Úteis.
Fator que destaca a gestão em desenvolvimento de expressiva notoriedade, onde o número de eventos e convidados no Anchieta – sede do governo tem sido por prestígio político crescente em número de visitantes bem vindos do nossa cidade do interior, assim congestionando o entorno do Palácio do Governo Estadual. Fato que dificulta a vida do bairro e do comércio.
Gestão Municipal na Capital
Só não vê quem quer iludir jovens imaturos a apostarem em fatos que omitem e iludem apontado pelos os atuais gestores do legislativo e executivo municipal em Vitória.
Os fatos afirmam que em um todo não vêem com seriedade dizer que Vitória ganha quando administra apenas com investimentos próprio do erário municipal. A população vê como limitados, incoerencia de gestão democrática o fato de recusa, quando isolam seus munícipes do direito do apoio, investimentos e parcerias que oferta com responsabilidade o governo estadual.
José Renato Casagrande e Arnaldinho Borgo – quando governou ofertou como exemplo parcerias ofertar em desenvolvimento, qualidade de vida ao povo de Vila Velha. Não apenas pela pessoa do prefeito, mas pela população das cidades no estado.
Prefeitos de 77 municípios que as gestões e a população formaram parcerias, os municípes, os moradores das cidades são beneficiados por parcerias como já demonstra os ultimos 5 anos o aumento potencial de apoio que o governo ofertou sem a democrática presença da ” gestão de administração dos ditos fortes” liderada por membros de governos desatualizados por estarem afastados do poder em fase de descrédito perante a sociedade.
Governo da capital declinado, subordinado a obediência pelo desejo de poder retornar ao poder governante, político que respeitamos, mas há oito anos fora do estado, ausente.
A errar vergonhosamente no passado, no comando em absolutismo no poder executivo estadual, como governante optou pela ausência de diálogo com a sociedade, instituições e assim marcado pelo caos de seus últimos dois anos de gestão “Pós Greve Devastadora da Polícia Militar em março de 2017, 22 dias de desordem no estado com projeção negativissima no cenário nacional, 220 homicídios, drasticamente escreve em nossa história de civilização o então governador perante o povo capixaba, povo brasileiro”. Fato.
O enfrentamento de qualificação comercial e habitacional não passa por obras em praças que o povo não frequenta por insegurança. Digo mais, creio que investir em R$ 240 milhões em asfalto em cidade que já era asfaltada, pode levar a ilusão que o Centro de Vitória será reeditado.
A EMEF São Vicente de Paulo teve sua inauguração adiada e obra anda em rítimo lento e o valor do novo contrato não consta na placa exigida pelo Ministério Público. Tranparência nos valores pagos a primeira empresa e o que executado fora, e o que tange o que está sendo feito pela nova empresa na obra e o novo valor do contrato são fatores sérios de informações devidas a cidade.
Como afirmou pela experiência de vida a minha pessoa o expoente empresário e saudoso João Dalmácio Castelo – foto acima – em oprtunidade quando o conheci no Cartório de Protestos situado no antigo Palácio do Café, Praça Costa Pereira ao trabalhar no escritório do mestre JMRG – advogado criminalista, fundador da Gagnos Advogados Associados”. Fomos vizinhos e muito ajudou no percurso de nosso veículo de comunicação.
João Dalmácio foi em empatia em minha direção, empatia já adquirida pelo sobrenome Berardinelli claro e expressivo fator herdado do meu avô materno António Berardinelli funcionário público por mais de 35 anos exercendo cargos de relevância no DIO – Diário de Imprensa Oficial e como secretário de vias píblicas e obras no governo do mineiro Francisco Lacerda de Aguiar – “Chiquinho”. Homem que introduz na história da oliguarquia Lindenberg, derrota nas urnas.
“Não havendo estacionamento, não há negócio”.
Afirmou Dr. João Dalmácio Castelo (em memória).
“A ausência de conforto e comodidade aliado a segurança de patrimônio, veículos, automóveis de passeio, motocicletas, inviabiliza comercialmente centros de comércios e os negócios não prósperam, não só aqui, em qualquer ligar do mundo”, confidenciou o internacional conhecimento do Dr, João Dalmácio.
Assim, os consumidores por décadas migram para os Shopping que ofertam muito mais que estacionamentos .
Existe mais um fator competitividade com demais cidades, bairros, novos polos comerciais em real desenvolvimento, em cidades da Região Metropolitana, cidades onde gestores criam frentes inovadas estruturadas por gestões planejando anteriormante nas bases, ouvindo as comunidades, nos bairros.
Existe Oferta em toda Região Metropolitana da Grande Vitória, o mercado consumidor requer competitividade, capacitação, oferta de praticidade.
A Av, Expedito Garcia em Cariacica é exemplo com o shopping Moxuara integrado a um todo, somando em oferta com o potencializado comércio da Avenida Expedito Garcia e das mediações, entornos na Br 101 – trecho urbano.
O executivo municipal de Cariacica vem criando e ampliando movos polos comerciais em bairros pelas 14 regiões cidade que possui de forma contemporânea, estruturada fomentação e desenvolvimento em destaque.
Comparando as gestões nas cidades metropolitanas, pelo êxito de comércio, cito o degradante exemplo visível, assustador na histórica avenida Jerônimo Monteiro, a mais importante avenida na história da cidade que é capital, do estado sem administração democrática.
A cada dia mais desértica e em demasiada falta e atratividade com “Fantasmático Cenário de Abandono”, pela presença de prédios, edificios com escritórios e lojas fechadas, com portas pixadas. Centenas de salas em edifícios abandonados, desprezados por proprietários de imóveis em débitos de condomínios e IPTU crescente estaginando a sociedade de forma “fantasmática”. Insegurança oferta.
Comércio fechado abandonado na av. Jeronimo Monteiro em tempo atual é uma imposição.
O Mercado da Capixaba que os moradores e associações de moradores lutaram por 20 anos ser reformado, mesmo após investimento de 20 milhões – pelo ex prefeito Lorenzo e Cristiani, continua sem gestão – sem compromisso real.
Mercado da Capixaba foi, e é um Investimento de R$ 20 milhões do erário da capital, “Sem Êxito de Planejamento em Investimento de Dinheiro Público – Erário Municipal”. É notório fato.
O cenário é assustador, sem investidores porque não vêem futuro em função de fatores diversos, entre os fatores a ausência de conforto, comodidade e vagas para com segurança estacionarem e não serem assediados por míseros moradores em situação de rua – Ruas e Calçadas – Parques – Frente de Comércio urinando, defecando espalhando “bosta” pelas calçadas, desamparados pelo preconceito, seres humanos, perdendo valores morais, sem dignidade que já tomaram posse das praças e dos logradouros públicos na capital ofertando forçados assédios a comunidade produtiva, moradores e visitantes, idosos.
População em miséria visível infelizmente. Ocupando, tomando posse, impondo situações, ameaçando nossa cidade a vida com qualidade principalmente nos bairros Parque Moscoso, Santo Antonio, Centro, Enseada do Suá, Ilha de Santa Maria, Grande Maruípe e Grande São Pedro, Jardim Camburí, Jardim da Penha, entre muitos outros bairros.
A tradicional Região do Mercado da Vila Rubim e no bairro Vila Rubim – “Vila Ruim”, insalubridade por diversos prismas sociais impõe em demasia crescente decadência a região.
A ameaça a nitida vocação comercial vergonhosamente impera de forma sureal. Sem ação de políticas de êxitos. verdadeiras.
Colocando a questão sanitária que observo como Editor de perto, vejo uma crescente oferta em doenças transmissíveis pelo convívio social, doenças como HIV, Tuberculose, Pneumonia e viroses diversas pelo relacionamento da cidade com pessoas que necessitam de remissão social e oferta de novos rumos perante a desocupação profissional dos alijados moradores em situação de rua – Ruas e Logradouros Publicos em cenário de cultivo de vícios diversificados em consumos a céu aberto 24 horas.
Trabalho ocupação, reeducação social e financeira deve ser a visão a plamnejar, dialogar, inserir nas pautas com o governo estaual e demais prefeituras.

Portanto estão apostando no futuro os moradores do entorno do Palácio do Governo, exigindo inicio de mais uma obra de um governo que governa com ou sem parceria da prefeitura em Vitória,
Moradores do entorno da praça João Climaco e adjacencias solicitam que o Governador Ricardo Ferraço e o secretário Fabio Damasceno atuem e deflagre o início das obras já contratadas do estacionamento em anexo ao Palácio do Governo.
O fato será um sinal postivo em rumo real de reedição comercial na região, ofertando uma futura hpmenagem ao saudoso flamengista de carteirinha vip – Dr. João Dalmácio Castelo.
“No Parks, no bussines”
A obra autorizada, contratada no governado José Renato Casagrande, hoje dependendo apenas da visão do governador Ricardo Ferraço, que deve se pronunciar a respeito,
Nos editores do jornalcalcadao.com.br estamos buscando definição do projeto e do inicio da obra, do investimento que será estimulador e norteará difuso e omisso enfrentamento de progeção de propostas que viabilizem opções.
Dentre muitas necessidades da região, ampliar com projetos públicos e privados em empreender em novas opções de vagas para estacionamento no Centro de Vitória é um fator real de reinício.
Real fator de visão de reedição da Região Centro da capital.

Com a obra, os habitantes poderão ver que o governo do estado define compromisso real com a reedição do Centro de Vitória – capital, atropelando atos anti democráticos. Porém ouvindo a sociedade o governo Ricardo Ferraço investe positivamente e reedita.
Viabilizar desenvolvimento e investidores no âmbito realista que promove autoestima e geração impostos pela gração de divisas que o comércio fortificado reluz aos cofres públicos municipal que possui a maior quantia do bolo por repasse do governo na questão dos impostos do ICMS peranteo s 77 municípios que arrecadam e doam a capital por imposição legal.
Independente do prefeito ,de getão pela cidade, a capital – Vitória, a população é o êxito em qualidade de vida fazem parte do história, do patrimônio de vida do povo capixaba, um todo qualificado dos 78 municípios e dos moradores pelo êxito de destaque no desenvolvimento do estado.
A capital é privilegiada em repasse de recursos por LEI, por ser capital, as obras que estão em curso o prefeito tem que agradecer a todos os capixabas consumidores nos 78 municípios pois, os recursos que o governo repassa (obrigatória e pontualmente por LEI), pelo previlégio de ser capital, faz a diferença em relação aos demais 77 municípios do estado que independente de ideologia partidária não sacrificam seus moradores subestimando gestão acolhedora e responsável.
Gestão capacitda pela experiente unidade de dois governantes, que edificaram como governo estadual destaque nacional pelo fator Finanças com Conceito A + a partir de 2019. Porém, .. Com Desenvolvimento Social.
Conceito A + em Finanças Públicas sem sacrificio do funcionalismo público e dos milhões de moradores nas comunidades dos 78 municípios do estado.
Marcelo Santos tem razão, os 30 deputados estaduais tem um papel de honra nos atos que expressa a política no estado na atualidade.
A união política liderada por José Renato e Ricardo é uma realidade pelo diálogo e humildade que os prefeitos, deputados estaduais, federais, a classe de “novos” atos de gestores, as gestões nos Três Poderes possuem exercendo respeito democrárico pela necessidade de debater e respeitar o povo.
As pessoas sabem que o poder na democracia vem do povo, parao povo e pelo povo. Não ha espaço para o velho discurso do EU.
Marcelo Santos – Dep federal Da Vitória – governador Ricardo Ferraço. – união, fidelidade ao povo capixaba.
A era é do NÓS, somos capixabas é o lema da autoesima que a bandeira do estado do Espírito Santa expressa – o pvo vive – Trabalha e Confia.
Portanto, os moradores da Região da Cidade Alta, da abandonada praça João Climaco, Praça Oito, agradecem se as obras do estacionamento em anexo ao Palácio Anchieta iniciarem ‘ontem”, com a palavra o atual governador do estado.
O Secretário de Transporte e Obras, Dr. Fábio Damasceno deve uma satisfação a todos. Porque que a obra não está em andamento? Quando vai ser realmente iniciada? Afinal os custos serão os mesmos R$ 2.319 milhões? Qual o prazo da entrega da obra, para inauguração?
Editor – Empreendedor no setor de publicações independentes e fundador do Jornal Calçadão em 1988 – agosto. Fundador do Parque Pedra da Cebola – onde com o Jornal Calçadão durante 10 anos construiu uma tese : Notícias Saudáveis transformam a sociedade doente.. Editor da Revista Municípios do Espirito Santo – 1998 a 2010 – Com 18 edições.


