Você pode pesquisar no Google e assim, afirmar que o sobrenome da familia Berardinelli é um exemplo de vida para o mundo.
Por – Mario Antonio Berardinelli Bernabé
Saiba mais…
Saiba o porque devemos respeitar os sobrenomes das pessoas de bem.
Todos os Brasoes devemos respeito e honras.
Professora Cleonice Berardinelli.
A quem devo mais que respeito.
O Brasão de familia em mais alto texto.
Altar Celestial, seu destino pôs vida.
Aracelli – significado, revelação.
O nome Araceli significa“altar do céu” ou “altar celeste”, com origem no latim “Ara Coeli”. Este nome feminino é associado a uma invocação religiosa mariana e a uma conexão forte com o divino.
Origem e Significado:
O nome tem raiz no latim, sendo a combinação de ara (altar) e coeli (celestial).
Associação Religiosa:
Está ligado à Virgem Maria, especialmente através da devoção a Nossa Senhora de Araceli, padroeira de Lucena, na Espanha. A basílica de Santa Maria in Ara Coeli, em Roma, também é um ponto de referência.
Popularidade:
É um nome mais comum em países de língua espanhola, como Espanha e Argentina, e possui variações como Aracely e Aracelly.
Romance em curso literário – Codigo de ódio e amor.
Apensado – Codigo de Liberdade – Biografia de um advogado criminalista.
– Ambos – romances – Autor – Mario Berardinelli –
Entrevista -Dr. José Maria Ramos Gagno – Caso Araceli foi o mais marcante
Quando tive a honra de trabalhar no escritório dos Advogados Associados cuja a liderança foi exercida pelo expoente Advogado Especializado em Causas de Direito Penal – De cunho, tese Criminalista, Dr. José Maria Ramos Gagno , o Mestre já estava próximo de completar 50 anos de exercício profissional.Destacado por exercício em Juris onde atuação é reconhecida pela exito das defesas que se debruçou em favor da liberdade de clientes em Jugos. Vitoriosamente destacado em defesas em Jurisprudências pelos tribunais do estado e do Brasil.
Como “Ponto de luz”, cito meu relacionamento com os filhos, todos advogados renomados em exercício pleno da vocacionada profissão de advogados especializados, como mérito familiar pelo amor ao estudo e empenho profissional.
Cito, Dra. Dinah Patrícia Ribeiro Gagno, Dr. Leonardo Picoli Gagno, Dr. Luciano Picoli Gagno, Dr. Pablo Laranja e a toda equipe dedicada que convivi como exemplos de ar puro em ambiente onde a liberdade é o aroma diário.
O ar que respirei nos 5 anos de convívio salutar foi o maior tesouro que deus me proporciona citar.
Em entrevista (abaixo) cito uma das me4lhores atuações profissional que como editor possuo EDITOR INDEPENDETE. Pobre, mas honradamente dourado tornou JMRG ao me acolher e ensinar me pelo Literatura, o PODER de SER ABDUZIDO ao ALTAR CELESTIAL.
Onde inimaginavelmente imaginável tornou-se meu exercício profissional capacitado de ler e viver a força genuína da verdade que em ALTÍSSIMO HABITA; em nome de Deus, pelo amor, dedico meu declínio INCESSANTEMENTE como escritor que voltado ao poder de viver um sonho de esperançosamente viver o curso de dois romances.
CODIGO DE LIBERDADE.
CODIGO DE ÓDIO E AMOR.
OBRAS LITERÁRIAS, INSPIRADAS NO LIVRO DO EXTRAORDINÁRIO DR. SAULO RAMOS, ADVOGADO E EX MINISTRO DA JUSTIÇA QUE EM OBRA LITERÁRIA EXPÕE A RESPONSABILIDADE DA DEFESA DE SEUS ClIENTES PAUTADOS ETERNAMENTE NA VERDADE, SEMPRE DE FORMA ROMANCIADA.
CÓDIGO DA VIDA – Autor – Dr. Saulo Ramos – a obra literária é o contexto que me refez como sonhador respeitoso no poder das palavras que publicaremos em breve.
O caminho da justiça eternamente é pautada na verdade dos fatos.
Creio de forma ordeira.
Ao Mestre JMRG e aos amados filho, meus mais puros reconhecimento de amor e gratidão exponho e confio possuir credibilidade em legado que ao Mestre JMRG a minha pessoa por designíos de Deus, confiou consolidar elucidação para ao TJES propor.
Aos Desembargadores e Dr. Pedro Vals Feu Rosa e Dr. José Paulo Nogueira da Gama confiarei a esperançosa literatura romanceada que meu Mestre José Maria confiou em missão divina.
Araceli – Altar Celestial. – Experiência Divina sem acusações, apenas uma menssagem de esperança pela via do poder do romance, a ficção expondo um caminho a justa criança. A justiça de nosso estado do Espirito Santo .
O Tribunal de Justiça do Espirito Santo, sabe que pela via do amor, podemos viver uma bela obra literária que estou a buscar em dias de paz e lutas, com Aval de Arcanjos capacitados em trazer a Luz da Liberdade que a Igreja Católica Apostólica Romana permite e encoraja um pobre mortal que em missão divina vive a paz que a verdade exerce pela somatória a Escritura Sagrada oferta.
A Coragem do Rei Davi em somatória com a Sabedoria do Rei Salomão, alcançamos a expoente forja de RESILIENCIA.
Entrevista – Dr. José Maria Ramos Gagno –
Por – Mario Antonio Berardinelli Bernabé.
Leia com atenção a Entrevista.
“O sr. Gabriel Crespo, o pai de Araceli registrou-a no Brasil quando ela já contava cinco anos de idade e ele ao entrar no pais, vindo da Bolívia, registrou a menina já com cinco anos. como se ela tivesse nascido no Brasil naquele dia, porque a lei do estrangeiro assegurava-lhe, como assegurava a todos que tivessem filhos no pais ou casado com brasileira, a nacionalidade brasileira, e seu visto de permanência no país e veio trabalhar na CST, e era bom profissional radicou-se no pais.
Ele, o Gabriel Crespo, tinha a Araceli e posteriormente teve outro filho. E o espólio de Araceli apresentavam características de mocinha, ela já era uma adolescente de aproximadamente uns treze anos.
Veja a entrevista publicada há aproximadamente 10 anos, quando tive a honra de trabalhar com o Dr. Leonardo Picoli Gagno, JMRG e demais advogados associados ao escritório do expoente advogado criminalista, hoje aposentado. Atualizando – 80 anos.
Renomado advogado criminalista, professor do Colégio estadual e Maria Ortiz, procurador do estado, José Maria Ramos Gagno alcançou trajetória de vida exemplar.
Sua personalidade forte destacou-se pelas inúmeras atitudes de coragem que a vida exige. Iniciou carreira como advogado em 1967, ainda como estudante devidamente inscrito na Subseção da OAB/ES, permitindo-o comemorar minimamente 50 anos de dedicação a profissão de advogado. Em entrevista inédita, JMRG possibilitou um registro marcante em minha profissão de editor, sendo a entrevista publicada no período que trabalhamos no “censurado e extinto site de notícias, CAPIXABÃO”, de propriedade do amigo Arnóbio Manso Paganotto, exemplar publicitário, jornalista e editor.
Entrevista – Textos e edição.
POR – Mario Antônio Berardinelli Bernabé.
Fiz o curso primário no Grupo Escolar Prof. João Bandeira, localizado no bairro Gurigica, em Vitória.
Como foi a sua trajetória de estudante até a formação no curso de direito?
Até a minha completa formação, vale a pena ressalvar que toda a minha formação eu conquistei através de cursos propiciados pelos entes públicos, do grupo escolar até a faculdade. Tudo que consegui foi com apoio dos órgãos oficiais (Prefeitura Municipal de Vitória, Secretaria Estadual da Educação e MEC)
Fiz o curso primário no Grupo Escolar Prof. João Bandeira, localizado no bairro Gurigica, em Vitória. Correspondente ao Ginásio, fiz o industrial básico na Escola Técnica de Vitória, hoje IFES; fiz o colegial à noite que era chamado científico, no Colégio Estadual do Espírito Santo e faculdade colei grau na Faculdade de Direito do E, Santo. A UFES foi criada em 1961 e eu ingressei na faculdade em 1964, ano em que foi declarada à Revolução de 31 de março de 64 Entretanto, não funcionavam as escolas todas dentro do Campus, porque não existia o Campus Universitário na época. Então o curso de direito funcionava em frente ao Palácio Anchieta, e foi ali que fiz do primeiro ao quinto ano universitário.
Então o Sr. Teve como Reitor o Dr. Jair Etiene Dessaune ?
O professor da Cadeira de Direito Romano Dr. Jair Etiene Dessaune foi o primeiro reitor da Universidade Federal do E. Santo , ele usou, cedeu o espaço em sua residência, localizada na rua do Rosário, no centro da cidade para instalar a sede administrativa da Universidade, a suas custas, no espaço que lhe pertencia , sem nenhuma despesa para o estado, pelo contrário, ele era um homem rigorosíssimo, muito ponderado, foi um padrão de dignidade, teve muita influência na formação da juventude capixaba. O reitor na minha época era o Professor Aloir Araújo
E os primeiros desafios na profissão como advogado?
Eu principiei a profissão de advocacia, dois anos antes de concluir o curso de direito, quando passei para o quarto ano na faculdade de direito, havia a figura de solicitador que hoje é o estagiário de Direito, sendo que o solicitador tinha maior função que o estagiário de hoje, e havia no quadro da Ordem de Advogados, três categorias: Tinha o quadro de advogado propriamente dito, o quadro de provisionados, também chamados rábulas, pessoas de bem com conhecimento razoável, notório conhecimento da vida, que possuíam o ginásio, o cientifico e ele podia receber a inscrição como provisionado e assim postular em juízo e depois tínhamos o quadro de solicitadores, que era o estudante de direito que a partir do quarto ano de faculdade podia inscrever-se no quadro da Ordem dos Advogados como solicitador, e eu comecei a atuar. A primeira ação foi uma defesa de um cidadão em uma ação de alimentos, no fórum de Vitória em 1967, então estou nesta vida forense á 50 anos.
E em que ocasião tornou-se servidor público?
Eu já era servidor público, entrei na faculdade de direito em 1964, e em agosto de 64 eu já como estudante de direito, fui nomeado professor do curso de história no Ginásio Estadual Maria Ortiz, anexo a Escola Estadual Pedro Segundo, ao lado do Palácio Anchieta.
O Sr. Passou a ter uma vida Pública chegando a vereador da capital ?
Eu fui vereador, eleito bem votado pois, quando era servidor Público fui também funcionário do Banco de Credito Agrícola do Espírito Santo por seis anos e dez meses, além de professor na Escola Normal Pedro Segundo. Advogado da FUDEP, Procurador Chefe da Defensoria Pública do Estado e diretorias dos Clubes Sociais da Grande Vitória, participando ainda de ONGs com finalidades filantrópicas. E como tal, era muito conhecido em toda cidade por ser prestativo e se não pudesse ajudar não atrapalhava ninguém, e foi assim que bem votado e eleito vereador de Vitória pelo MDB pela primeira vez em 1970, e era MDBista e muito empolgado. Jovem; eu fazia oposição aos ao governo da ARENA, partido que tomou o poder em 1964.
E em que ocasião tornou-se Procurador do Estado ?
Fui nomeado procurador do estado do Espírito Santo, após aprovação em concurso público. Quem me nomeou foi o então Governador Cristiano Dias Lopes, ele não gostava de minha pessoa e se ele pudesse me prejudicar, ele o faria. E nomeou-me sem saber que estava me nomeando, porque o procurador geral da época era o Dr. Horta, um juiz aposentado que levou o decreto; e a minha nomeação foi assinada em meio a outros processos em despacho, em momento que o governador estava de saída para viagem a Inglaterra em companhia do presidente do Banestes, sr. José de Almeida, em busca de recurso para o estado e os decretos foram levados para ele assina-los e ele assinou mediante despacho com Dr. Francisco Lelis Horta o então Consultor Geral e Cristiano Dias Lopes, governador que assinou tendo no meio da documentação meu decreto.
Porque se ele soubesse, tivesse consciência de que estava fazendo minha nomeação entre os sete nomeados, ele retiraria meu decreto, ela fez isto com Dr. Jerônimo Luiz Seidel, aprovado para o MP que só teve sua nomeação após o Supremo Tribunal dar a última palavra; o então governador negou que ele viesse a ser nomeado. Uma forma de perseguição, ele era da ARENA, partido de apoio aos militares e nós do MDB éramos oposição ao governo militar. Era uma espécie de perseguição. Dr. Cristiano. foi primeiro governador nomeado pelo regime militar, ele fazia de tudo para agradar os militares que comandavam o Brasil.
Dr. José Maria, o que é ser procurador do estado ?
O procurador do estado é o advogado do estado, ele é diferente do promotor, o promotor é o advogado da sociedade, o artigo 129 da constituição federal define suas atribuições para o promotor de justiça integra o Ministério, porém para o procurador do estado, o nome já diz, ele é o procurador do estado. pertence ao Quadro próprio do Poder Executivo, ele emite pareceres, assessora, indica, orienta; ele procura encontrar os pontos relevantes das leis que são aplicáveis para o bem do estado e literalmente ele é o advogado do estado, defende o estado, é um defensor do erário, zela pelo interesse do estado. Ele não pode permitir que se faça nada em detrimento do estado, quem atua em defesa do estado é o procurador do estado. é constituído para tal função. O procurador também emite pareceres orientando decisões do executivo estadual. Nós procuradores defendemos o Estado do Espírito Santo.
Acusados : Dante e Dantinho, atuei na defesa, o Paulo Helal eram outros renomados advogados.
“Inocentou-os e felizmente foram absolvidos mas, o fato causou grande sofrimento as famílias e estas foram grandemente prejudicadas porque, tiveram seus entes queridos envolvidos nos fatos e tanto que a família Helal quebrou, sofreu um baque financeiro pois, o Magazine Helal, as lojas unidas Magazine, situadas, à época na Praça Oito de Setembro, foi a falência em decorrência da reação popular, porque a população evitava comprar. a adquirir bens naquela loja, e foi indo a clientela foi diminuindo e acabou quebrando.”
Doutor, o senhor pode citar sua atuação na defesa alguns casos rumorosos ?
Eu tive a oportunidade de junto ao Dr. Vinicius Bittencout, saudosa memória, e o Dr. Paulo Afonso Barros, também, saudosa memória, onde advoguei com os doise trabalhamos na defesa de Dante Michelini (pai) e Dante Barros Michellini (filho) , o ” Dantinho ” e nós advogados tivemos graças a Deus, apesar do sofrimento na época, porque era um caso rumoroso, em que foi vítima uma jovem de nome Araceli, menor de idade, cuja o corpo não fora encontrado, fora encontrado peças de corpo humano, despojos que foram reconstituídos com uma massa própria para apuração dos fatos e na primeira sentença o então juiz de direito, hoje falecido Dr. Hilton Sili, julgou procedente a denuncia, condenando os réus.
“As vezes me dá gastura ao ver sendo publicadas noticias erradas que não referem a verdade, que omitem fatos, porque o Caso Araceli, inclusive foi levantado e constatado que Araceli Cabrero Crespo quando desapareceu ela não tinha oito anos de idade, ela contava treze anos, porque como consta.”
Posteriormente o processo foi distribuído e o então juiz Paulo Nicola Copolilo, tendo Tribunal de Justiça concedido apelação e foi dado provimento a apelação mandando-os a um novo julgamento.
O juiz acolheu a tese e os nossos clientes foram absolvidos em uma longa sentença de mais de setecentas folhas feita pelo Dr.Paulo Nicola Copolilo, que absolveu os três réus; que eram Dante e Dantinho e o cidadão Paulo Helal que era defendido por outro causídico.
Com relação a este famigerado caso Araceli, existe alguma particularidade que gostaria de citar?
As vezes me dá gastura ao ver sendo publicadas noticias erradas que não referem a verdade, que omitem fatos, porque o Caso Araceli, inclusive foi levantado e constatado que Araceli Cabrero Crespo quando desapareceu ela não tinha oito anos de idade, ela contava treze anos, porque como consta.
O sr. Gabriel Crespo, seu pai registrou-a no Brasil quando ela já contava cinco anos de idade e ele ao entrar no pais, vindo da Bolívia, registrou a menina já com cinco anos. como se ela tivesse nascido no Brasil naquele dia, porque a lei do estrangeiro assegurava-lhe, como assegurava a todos que tivessem filhos no pais ou casado com brasileira, a nacionalidade brasileira, e seu visto de permanência no país e veio trabalhar na CST, e era bom profissional radicou-se no pais, ele, o Gabriel Crespo, tinha a Araceli e posteriormente teve outro filho. E o espólio de Araceli apresentavam características de mocinha, ela já era uma adolescente de aproximadamente uns treze anos.
E a tese do sr., fato que o corpo estava em decomposição e que havia sido aviltado por urubus, existe alguma questão que o possa revelar nos dias de hoje ?
O caso já tem mais de quarenta anos,( hoje mais de 50 anos) e eu posso falar, e depois todos que tiveram participação naquele episódio, quase todos já morreram. Clério Falcão, então deputado, Manoel Nunes de Araújo, Santos Câmara foi juiz de direito, afinal, na época era delegado e ele foi para uma ilha onde ele como espírita afirmava que ” teria contato com uma divindade que revelaria onde Araceli estava “. Porque, Araceli a princípio, não foi encontrada, foi encontrado os seus despojos, já despedaçados, retiradas as pernas e os braços do corpo, porque, foram destruídos por animais, como urubus e cachorros. Estes despojos foram encontrados atrás do Praia Tênis Clube, em frente ao Hospital Infantil, por um menino da Família Monjardim, que morava nas imediações. Então ele vendo urubus e cachorros puxando peças do corpo da menina, foi aos pais e os pais dirigiram-se as autoridades policiais da época, que constatou que eram restos mortais de uma jovem-criança e feita perícia e o reconhecimento, foi dado como sendo o cadáver de Araceli. Foram tiradas fotografias dos restos mortais e do local de onde foram encontrado; cujas fotos e documentos foram roubados do interior da repartição.
…”foi vítima uma jovem de nome Araceli, menor de idade, cuja o corpo não fora encontrado, fora encontrado peças de corpo humano, despojos que foram reconstituídos com uma massa própria para apuração dos fatos e na primeira sentença o então juiz de direito, hoje falecido Dr. Hilton Sili, julgou procedente a denuncia, condenando os réus.“
A inocência de seus clientes foi a tese?
Desde o princípio, Araceli desapareceu e os fatos se arrastaram nas diligências policiais na época, e passa um delegado, passa outro, passa outro, na época o diretor da divisão de policia civil era o então capitão Jorge Devens de Oliveira e fazia-se esta busca incessante, porque Araceli fora vista, na primeira hora no Bar dos Rezendes, ali na Av, Cesar Hilal e depois fora vista também, passando na Av. Dante Michelini, então tudo isto levou tempo para encontra-la, e depois. era delegado incumbido da apuração de que fora vítima Araceli, o Dr. Frason e representou os Micheline, Dante e Dantinho Michelini e Paulo Helal, e pelo dr. promotor representou pela decretação da prisão deles.
Posteriormente o Tribunal de Justiça do E.S., inocentou-os e felizmente foram absolvidos mas, o fato causou grande sofrimento as famílias e estas foram grandemente prejudicadas porque, tiveram seus entes queridos envolvidos nos fatos e tanto que a família Helal quebrou, sofreu um baque financeiro pois, o Magazine Helal, as lojas unidas Magazine, situadas, à época na Praça Oito de Setembro, foi a falência em decorrência da reação popular, porque a população evitava comprar. a adquirir bens naquela loja, e foi indo a clientela foi diminuindo e acabou quebrando.
A família Michelini também foi muito afetada, dona Julieta Michelini era muito idosa, na época sofreu muito porque, com a acusação que se fazia contra seu filho e conta seu neto e todos sofreram muito. Gilberto Michelini que, era um homem de bem, era Consul de um país, ele muito afetado porque criava constrangimento em ver o nome da família nos jornais.
A cobertura da mídia influenciou muito, circulava na época o “Jornal da Cidade” que, publicava notícias sem a mínima cautela, o jornal “O Diário”, o Jornal “A Gazeta ” , que circula ate os dia de hoje, este de maior circulação e o jornal ” A Tribuna ” que circulava de forma precária, e isto causava a aqueles que eram acusados de principais acusação no fato, muita dor.
Dr. José Maria, as investigações erraram, tudo isto, levou a este procedimento, ou seja, ao fato do “crime” após 40 anos não ter elucidação ?
Comprovado que os despojos eram de Araceli e com isto reconstitui-se o corpinho da menina para efeito de pericia mas, a causa morte não foi determinada porque, mesmo os recursos técnicos eram precários no estado e depois o sangue do cadáver encontrado, todo ultrapassado e não houve como comprovar se houve injeção de barbitúricos, de substâncias que comprometessem a saúde da menor .
Então insisto, as investigações seguiram um curso errado?
Se olhar com boa vontade, quem tirou muito proveito foi o jornalista do Rio de Janeiro, chamado José Louzeiro, ele fez muita conversa em torno disto mas, se houve-se atinado pelo que foi transitado e julgado pelo dr. Paulo Nicola Copolilo, esta sentença inocentou os três réus, onde em uma sentença bem fundamentada de mais de setecentas páginas, em que ele levou dois anos, onde o tribunal o deixou exclusivamente a disposição do processo, e ele em uma sentença fundamentada e com muita responsabilidade, sendo ele um moço jovem estudioso, médico.
O Dr. Paulo Nicola Copolilo além de jurista ele era médico e ele exauriu uma sentença que foi mantida pelo Tribunal em que inocentou os três, não houve pressão, não houve decadência e eles foram inocentados, absolvidos por sentença judicial.
Na sua trajetória de vida, o sr, tem uma participação importante no contexto jornalístico do estado, como o sr. acabou tornando-se um diretor proprietário do Jornal ” O Diário “. Um veículo de comunicação alternativo, não ligado às oligarquias capixaba ?
” O Diário foi um jornal que surgiu para apoiar a campanha política de Dr. Chiquinho, Fancisco Lacerda de Aguiar, que concorria ao governo do estado, fazendo oposição a situação que tinha a frente a frente o Dr. Carlos Lindenberg, então a oposição montou este jornal que atendia as condições técnicas, vivida aquela época, porque todo jornal, A Gazeta , A Tribuna, eram feitos de Chumbo, os clichês eram em chumbo os conhecidos linotipos, então era assim, não era como hoje, que temos os recursos da informática eram feitos à máquina de escrever. Não existiam computadores, como hoje.
Não era como hoje, acessível onde, qualquer criança tem a condição de colocar notícia no ar. Então naquela época nós tínhamos os correspondentes que negociavam as matérias e cobravam um preço regulamentado.
Enfim, desta maneira ” O Diário” passa pela mãos de Marien Calixte, depois passou pelas mãos de Hugo Borges (ex deputado) e eu comprei o controle acionário de Hugo Borges.
“O Diário” teve uma fase interessante, então superada a fase de Dr. Chiquinho, este chegou ao governo mas, posteriormente teve uma “Cassação Branca”, era o apelido da cassação que ocorria da decisão do general do exercito que determinava ao político que desagradasse aos do regime militar e que teve-se bom censo não seria mais candidato e desagradando a revolução sofreria as consequências de sua rebeldia e então Dr. Chiquinho foi afastado do governo antes de terminar o mandato, substituído pelo vice governador Dr.Rubens Rangel que terminou o mandato e posteriormente substituído por Cristiano Dias Lopes, nomeado pelos militares. Enfim, desta maneira ” O Diário” passa pela mãos de Marien Calixte, depois passou pelas mãos de Hugo Borges (ex deputado) e eu comprei o controle acionário de Hugo Borges.
Trabalhei com ” O Diário “ que era muito difícil á época. Porque nós tínhamos para manter o jornal, nós só contávamos significativamente com a participação financeira do governo do estado da prefeitura da capital e quando estas negavam parceria, aí o jornal tornava-se inviável e eu então desativei o jornal; paralisei a edição do jornal por falta de recursos.
Na ocasião eram sessenta e quatro funcionários então, eu autorizei o pessoal a criar tipo uma cooperativa de funcionários e eu deixei as máquinas e implementos tudo na cooperativa cujo líder Paulo Germano Zimmer não conseguiu que os jornalistas fossem levando a coisa a sério e eu juntamente com Fernando Jaques Esteves, saudosa memória, vendi para uma empresa do estado de São Paulo, Eu vendi pagando o que investi para evitar ficar com prejuízo porque, a hoje senadora Rose de Freitas, até na edição de um jornal alternativo chamado ” Araponga ” (eu tenho ai um exemplar), comenta sobre isto, fazendo uma relação que eu teria dado sumiço nas máquinas de ” O Diário ” mas, ” O Diário ” era meu, eu tinha pago, eu comprei de Hugo Borges, que chegou na época a ser seu sogro a senadora foi casada com Huguinho Borges, filho de Hugo Borges e que depois separou-se, vindo a casar com Jorge Anders, ex prefeito de Vila Velha.
Entre estas ações, existe algum outro caso que o sr. colocaria para sociedade, para nós ?
Eu citaria o caso da jornalista Maria Nilce. Maria Nilce Magalhães era jornalista, colunista social e tinha o “Jornal da Cidade” ela e o esposo dela, o esposo era Djalma Juarez Magalhães, então, ela foi assassinada e na época o ex delegado Cláudio Guerra ele veio do sul da Bahia e instaurou um inquérito por conta própria, porque o delegado que cuidava do caso oficialmente era o Dr. Josino Bragança mas o Cláudio Guerra veio e instalou-se em apartamento na Praia do Canto e ele detinha empregados da casa de Gilberto Michelini e que levava para o apartamento e tomava depoimento, tentando envolver a esposa de Gilberto Mechelini no fato da morte da jornalista, e isto deu um grande trabalho e criou uma situação que nos deixou bastante preocupado devido ao risco.
Mas, afinal fora apurados os fatos a respeito da morte da Maria Nilce e foi constatado que sua morte se deu por infelicidade da jornalista por ter feito um comentário envolvendo a esposa de um comerciante que tinha um restaurante na Praia do Canto que, levou este comerciante a fazer um esquema com alguns policiais para assassinar a Maria Nilce, e ela acabou sendo morta indo para academia. Ela estava próximo a farmácia Santa Lúcia, e mesmo baleada, tentou refugiar-se em um ônibus que passava no local mas, mesmo assim, o cidadão entrou no ônibus e atirou na cabeça dela que foi a óbito.
E com relação a sua vida pessoal. Quantos filhos e o encaminhamento desses filhos ?
Meus filhos, tenho três filhos, uma moça e dois rapazes. E porque quiseram, optaram, por vocação são advogados; eu nunca tentei forçar que fizessem direito, por razões próprias fizeram direito e eu apoiei e são advogados. Netos tenho oito.
Um dos filhos, o Dr. Luciano Picoli Gagno se dedica hoje a atividade acadêmica, é professor em duas faculdades da Grande Vitória e já fez concurso a UFES, foi aprovado, aguarda nomeação. A filha é advogada, a Dra Dinah Patrícia Ribeiro Gagno é primogênita e milita na profissão.
O Dr. Leonardo Picoli Gagno também é advogado, advogado de renome, ele se dedica muito ás sustentações orais, fala muito bem, com muita expressividade, a minha filha também, o Luciano é o caçula, é um professor que todos elogiam. Os três se dedicam muito as tarefas que estão ao seu cargo, trocam ideias, leem muito e participam de cursos aqui e ali, participam de eventos e são dedicados integralmente a advocacia.
O sr. tem uma frase marcante que todos admiram, ela tornou-se uma marca do seu legado ?
Eu costumo dizer: “O macacão do advogado é o paletó e a gravata”.
Porque que eu digo isto. Antigamente os mecânicos e operários tradicionalmente usavam macacões, não era roupa, uniformes de trabalho.
Hoje eles usam camisa e calça separados, mas antigamente era o macacão e na época eu me expressava, o macacão é o que se usa no dia a dia, e o advogado é advogado de domingo a domingo, porque por exemplo o criminalista ele não pode absolutamente as vezes dormir, cochilar as duas horas da tarde, após o almoço porque um cliente pode estar sendo autuado e ele tem que ir lá e defende-lo. Ele tem que saber que ele tem compromisso.
Como exemplo eu cito quando fui a São Paulo fazer uma ponte safena, no dia dois de abril, ai o médico, Dr. Jatene (ex ministro da Saúde), falou que não me dava nenhuma segurança, que eu tinha que ser submetido ‘a uma operação em função da obstrução da artéria, portanto eu falei que eu tenho prazo inclusive correndo no estado e se eu atrasar vai prejudicar a mim e ai eu fui chamado ao hospital do coração, voltei a São Paulo e então no dia dezessete fui então operado.
Eu corri o risco e não tinha como fazê-lo o de forma diferente, tinha compromisso com o estado, casos de defesa do estado. E sempre com meu paletó e gravata,
Editor – Empreendedor no setor de publicações independentes e fundador do Jornal Calçadão em 1988 – agosto. Fundador do Parque Pedra da Cebola – onde com o Jornal Calçadão durante 10 anos construiu uma tese : Notícias Saudáveis transformam a sociedade doente.. Editor da Revista Municípios do Espirito Santo – 1998 a 2010 – Com 18 edições.
Editor e Autor – Mario Antonio Berardinelli Bernabé.
Cleonice Berardinelli morre aos 106 anos no Rio; escritora era a integrante mais longeva da ABL
Considerada referência em estudos do idioma, Cleonice era uma das maiores especialistas do mundo em literatura portuguesa.
01/02/2023 15h03 Atualizado há 2 anos
Escritora Cleonice Berardinelli, membro da ABL, morre no Rio
A literatura brasileira perdeu um de seus grandes nomes. A integrante da Academia Brasileira de Letras Cleonice Berardinelli morreu nesta terça-feira (31), no Rio, aos 106 anos. A escritora ocupava a cadeira número oito da Academia Brasileira de Letras desde 2009 e era a integrante mais longeva da ABL.
Considerada referência em estudos do idioma, Cleonice era uma das maiores especialistas do mundo em literatura portuguesa e foi a primeira brasileira a produzir tese sobre o poeta português Fernando Pessoa. Cleonice foi homenageada no documentário “O Vento Lá Fora”, em que aparece ao lado da cantora Maria Bethânia, lendo trechos da poesia de Pessoa para uma plateia de convidados.
Em 2014, aos 98 anos, Cleonice Berardinelli recebeu o Prêmio Faz Diferença na categoria Prosa, das mãos dos também acadêmicos Zuenir Ventura e Merval Pereira.
Carioca, Cleonice morou em várias cidades do país acompanhando o pai, que era militar. Doutora em letras clássicas e vernáculas, era professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da PUC-Rio. Também deu aulas na Universidade Católica de Petrópolis e no Instituto Rio Branco – escola de preparação dos diplomatas – e foi professora convidada nas universidades de Lisboa e da Califórnia.
O corpo Cleonice Berardinelli vai ser cremado nesta quinta-feira (2), em cerimônia reservada à família. Ela deixa cinco sobrinhos e nove sobrinhos-netos
A instituição é responsável pela edição de obras de grande valor histórico e literário, e atribui diversos prêmios literários.[6][7] A ABL remonta ao final do século XIX, quando escritores e intelectuais brasileiros desejaram criar uma academia nacional nos moldes da Academia Francesa.[8]
No final do século XIX, duas figuras importantes defenderam a criação de uma academia literária nacional nos moldes da Academia Francesa: Afonso Celso Júnior, ainda no período do Império, e Medeiros e Albuquerque, já na República. O sucesso da Revista Brasileira, dirigida por José Veríssimo, deu coesão a um grupo de escritores e fortaleceu essa ideia.[9]
Lúcio de Mendonça tomou a iniciativa de propor a fundação de uma Academia de Letras, inicialmente sob o patrocínio do Estado. No entanto, em um último momento, o governo declinou o apoio, levando à criação da Academia Brasileira de Letras como uma instituição privada e independente. As sessões preparatórias começaram em 15 de dezembro de 1896, às três da tarde, na redação da Revista Brasileira, localizada na Travessa do Ouvidor, n.º 31. Já na primeira reunião, Machado de Assis foi aclamado presidente.[9]
Edifício do Silogeu Brasileiro, sede da academia até sua mudança para a sede atual (Acervo: Instituto Moreira Salles).
Com a presença de trinta membros, surgiu a necessidade de completar o número de quarenta, em conformidade com o modelo da Academia Francesa. Os dez membros adicionais foram eleitos: Aluísio Azevedo, Barão de Loreto, Clóvis Beviláqua, Domício da Gama, Eduardo Prado, Luís Guimarães Júnior, Magalhães de Azeredo, Oliveira Lima, Raimundo Correia e Salvador de Mendonça. Os estatutos foram assinados por Machado de Assis como presidente; Joaquim Nabuco, secretário-geral; Rodrigo Otávio, 1.º secretário; Silva Ramos, 2.º secretário; e Inglês de Sousa, tesoureiro. A sessão inaugural da Academia Brasileira de Letras ocorreu em 20 de julho de 1897, em uma sala do museu Pedagogium, na Rua do Passeio. Dezesseis acadêmicos estiveram presentes. Machado de Assis fez a alocução de abertura, Rodrigo Otávio leu a memória dos atos preparatórios e Joaquim Nabuco proferiu o discurso inaugural.[9]
Sua sede encontra-se tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC), da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, desde 9 de novembro de 1987. Os seus salões funcionam até os dias de hoje abrigando as reuniões regulares, as sessões solenes comemorativas, as sessões de posse dos novos acadêmicos, assim como para o tradicional chá das quintas-feiras. Podem ser conhecidas pelo público em visitas guiadas ou em programas culturais como concertos de música de câmara, lançamento de livros dos membros, ciclos de conferências e peças de teatro.[12]
Prêmios e publicações
A Academia Brasileira de Letras agracia personalidades com os seguintes prêmios:[13]
Em 1900 o governo federal do Brasil expediu o decreto n.º 726, de 8 de dezembro de 1900, Conhecido por Lei Eduardo Ramos, que autorizou a instalação da Academia em edificação pública e a publicação, na Imprensa Nacional, das publicações oficiais da Academia e das obras de escritores brasileiros falecidos reconhecidos de grande valor e cuja propriedade intelectual estivesse prescrita.[14] O diploma legal vigorou até 2002, pois por força do decreto Nº 4 260, de 6 de junho de 2002, extinguiu a atividade de impressão plana da Imprensa Nacional.[15]
Em 1910 a instituição lançou seu periódico oficial, a Revista da Academia Brasileira de Letras, posteriormente a instituição encampa a tradicional Revista Brasileira, para resgatar e dar prosseguimento ao periódico, que assim passa — em 1941 — por sugestão de Levi Carneiro,[16] a ser a revista da Casa de Machado de Assis.[17]
O Mausoléu da Academia Brasileira de Letras se encontra no Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro – RJ. Ele é uma construção retangular de dois andares, na qual estão sepultados alguns membros da ABL. Foi construído entre 1958 e 1961, durante a gestão de Austregésilo de Athayde (1959-1993).[18]
A Academia tem quarenta cadeiras, ocupadas por quarenta membros efetivos perpétuos (no mínimo vinte e cinco devem morar na cidade que sedia a Academia, o Rio de Janeiro), sendo cada novo membro eleito pelos acadêmicos para ocupar uma cadeira vaga devido ao falecimento do último titular. Há ainda vinte membros estrangeiros correspondentes.[8] No quadro atual, o membro mais idoso é Geraldo Holanda Cavalcanti aos 96 anos, enquanto o mais jovem é Ana Maria Gonçalves, com 54 anos.
O decano dos imortais é José Sarney, eleito em 17 de julho de 1980, e o mais recente a assumir um assento na Academia é Paulo Henriques Britto, que tomou posse no dia 12 de setembro de 2025.[19]
Dentre os membros, é eleito aquele para presidir a academia por um período. O primeiro presidente da ABL foi Machado de Assis, eleito por aclamação e também seu “presidente perpétuo”. Durante quase 34 anos consecutivos, Austregésilo de Athayde presidiu o Silogeu (1959-1993), imprimindo, na sua gestão, um caráter de vitaliciedade ao cargo que fugia aos princípios originais, e que foi abandonado por seus sucessores. O presidente atual é Merval Pereira, para o biênio 2022/2023 e reeleito para o biênio 2024/2025.[20]
A primeira mulher eleita para a ABL foi Rachel de Queiroz, em 1977. O regimento da ABL costumava proibir a eleição de mulheres.[21]
Composição atual
A Academia conta com 40 imortais desde a eleição de Milton Hatoum, em 14 de agosto de 2025.[22] Destes, 34 são homens e seis mulheres e há, entre estes, duas posses pendentes: Ana Maria Gonçalves (cadeira 33) e o próprio Milton Hatoum (cadeira 6). Abaixo a tabela completa dos membros atuais:
Posse de Getúlio Vargas como membro da Academia Brasileira de Letras, em 29 de dezembro de 1943. Mídia sob a guarda do Arquivo Nacional.
No geral, os críticos da Academia consideram que ela deixou de ser séria, que virou um “agrupamento de escritores conformistas e políticos poderosos e vaidosos”,[27] e que o jogo político influencia na escolha dos imortais.[28]
O jornalista Fernando Jorge, em “A Academia do Fardão e da Confusão: a Academia Brasileira de Letras e os seus ‘Imortais’ mortais”, critica a eleição de “personalidades” para a ABL, ou seja, pessoas influentes na sociedade, mas cuja principal ocupação não era a literatura e que, muitas vezes, produziam materiais apenas para que pudessem ser eleitos, nunca mais voltando a produzir qualquer obra de valor literário. O pesquisador também critica o processo eleitoral, pois este não seria feito com base nos méritos literários dos candidatos.[29] Jorge afirma que a Academia também não empreende projetos em favor da cultura da língua portuguesa, apesar de dispor de capital para, por exemplo, relançar edições esgotadas e promover campanhas de alfabetização e incentivo a leitura. Além disso, para o escritor, a instituição permaneceu calada diante das pesadas censuras do Governo Vargas e do Regime Militar brasileiro.[29]
Academia Brasileira de Letra (ed.). «Petit Trianon». Consultado em 19 de outubro de 2024
«Prêmios». Academia Brasileira de Letras. 15 de janeiro de 2015. Consultado em 21 de agosto de 2025
BRASIL. Decreto no 726, de 8 de dezembro de 1900Arquivado em 12 de janeiro de 2018, no Wayback Machine.. Autoriza o Governo a dar permanente installação, em prédio público de que possa dispor, à Academia Brazileira de Lettras, fundada na capital da República, e decreta outras providencias. planalto.gov. Acesso em 23 de janeiro de 2017.
Editor – Empreendedor no setor de publicações independentes e fundador do Jornal Calçadão em 1988 – agosto. Fundador do Parque Pedra da Cebola – onde com o Jornal Calçadão durante 10 anos construiu uma tese : Notícias Saudáveis transformam a sociedade doente.. Editor da Revista Municípios do Espirito Santo – 1998 a 2010 – Com 18 edições.