Calçãdão Vitoria – As Comunidades do Centro de Vitória agora podem cada vez mais ligar 156 – Moises Alves é reeleito pela terceita vez consecutiva no COMSU

Calçãdão Vitoria – As Comunidades do Centro de Vitória agora podem cada vez mais ligar 156 – Moises Alves é reeleito pela terceita vez consecutiva no COMSU

Legitimado pelas urnas, pelos moradores dos nove bairros da Regional 1 - Centro de Vitória, Moises Alves. comerciante e morador do Parque Moscoso vence eleições para Conselheiro Municipal de Segurança Urbana com exatos 156 votos..

Por – Mario Berardinelli.

Dia 3 de novembro 2026. Segunda feira, CEMEI Ernestina Pessoa – lar educacional de nossas angelicais crianças. Histórico dia para o Centro de Vitória.

Dia marcante que nós adultos, idosos, pais de famílias, jovens, devemos e buscamos incessantemente pela democracia participativa proporcionar as novas gerações a busca pelo respeito a nossa região histórica.

Região que há muito foi aviltada por gerações de políticos sem pudor, visão e ética no trato as nossas necessidades, anseios por qualidade de vida.

Direitos que foram tirados de nossa região.

As transferências das instituições, que foram referência de poder ecônomico e comercial que foi cerceando em décadas.  Pelo tempo a região sofreu também, sendo massacrada a imagem turistica e habtacional, com noticias pejorativas pelos meios políticos e comunicativos de massa. 

Somos o Marco Zero – O CEP 29000. o azimute zero a norte, sul, leste e oeste de nossa nação espírito-santense.  Somo parte do legado de um Português, Duarte de Lemos, somos a sede, o inicio cristão.

Aqui em rocha firme erguida foi, a Igreja de Nossa Senhora de Lurdes, pequenina imponência reporta ao pasaado e presente futuro.

Somos Maria Ortiz, Igreja do Rosário,  somos o Colégio e a igreja do Carmo, somos o Anchieta, onde nosso governador José Renato magistralmente exerce o bem em 78 municípios, hoje em pleno desenvolvimento em busca da paz nos lares, anseio de nossas raízes e tradições pautadas em Jesus Cristo, no amor Cristão. 

Somos a Catedral Metropolitana, arquitetura em Cruz, seus vitrais, o anjo Gabriel a porta, o anjo Miguel. Gurdiões da Vitoria do Espírito Santo.

Somos o Relógio da Praça Oito de Setembro, data comemorativa secular  da capital, a anos com seus ponteiros estáticos, o tempo “Simbólico pelos Ponteiros” ignorados, não mais registram os minutos de nossa vida comum.

Absurdo da atual gestão municipal ignorar a critica como criança fazendo birra. Fala ai, Leandros e Formigões odiosos,  Leandros e Formigões,  kkkkkkk e RSRSRS. Piada da era do esquecível “LULU baike”, presente como um cãncer no peso do lixo diário da cidade.

Estou  pobre mas limpo. Devo ao meu pai, professor eteviano, Pofessor, marcineiro, carpinteiro, metalurgigo, Arnulpho Bernabé – “Professor RUSSO”, na crença em eternidade buscar na força existente em lutar com dignidade, carater e honra. Juramento do âmago declarado em  sepúlcro.

Somos a Baía de Vitória, o comercio tradicional esquecido, roubado pelos algozes shoppings e seus conluios, meramente capitalistas.  

O inicio comercial interno e externo ao mundo do belíssimo Porto de Vitória e seus galpões  que não mais hão de ficar empoeirados.

Somos a Praça Costa Pereira, a Praça a Beira Mar, a Avenida Beira Mar, o luar e o sol poente, transitando a cada 24 horas, fronte ao testemunho diário do Monumento Natural Penedo, Praça em homenagem ao Getúlio Vargas.

Somos o primeiro parque, Parque Moscoso, o Viaduto Caramuru, a sede da primeira rodoviária na Praça Mísael Pena.

Na arqutetura, o assombro de abandonos, socialmente por décadas e décadas.

Somos verdadeiros vitimados do famigerado Caso Araceli – Altar Celestial.

 Pela extinção da Sede do Palácio do Café, do Magazine Hilal, Casa Hilal, tornados fadados a tristeza de humanos dormindo e vagabundando em nossa ruas e praças.

Por muito tempo, fomos e aida somos, e como somos vitimas de assaltos impunes á transeuntes familiares, trabalhadores, estudantes e prncipalmente idosos.

Nosso comercio,  relutantemente suporta as injurias que nos conduziram ao noticiário negativistas de reacionários patrocinadores de big Brothers.

Vitimas do palhaço apresentador de televisão e seu fornecedor de imagens não oficiais. Aliados aos poderosos capitalistas.

Mas, porém, contudo, todavia, resistimos aos maus tratos de oligarquias e seus barões bilionários. Desde a implantação do projeto imobiliário de Teixeira da Cruz, prefeito á época, empenhado em investir na dignidade e qualidade de vida a norte de novos empreendimentos imobiliários. Por aterros e novos bairros,  sofremos derrotas sociais.

Principalmente no segmento social segurança pública, fomos obrigados a conviver com o medo, com o terror nas manchetes apenas negativistas nos simbolizando, apagando por longo período nossa liberdade de ir e vir.

Os estabelecimentos comerciais falindo, as portas trancadas não gerando divisas, vimos e infelizmente ainda estamos com risco de rever.

A segurança pública nos uniu em 03 de novembro. A democracia. 

O movimento popular obrigatório e regimentado no direito a voto, pelo mover instituídopor Lei que Rege o Conselho Municipal de Segurança Urbana – COMSU – Vitória, podemos gritar mais alto e exigir dos poderes públicos expressivos investimentos, das atuais gestões do estado e município que enfim, acenam em nossa direção.

 O Poder Execitivo Estadual onde cito,  José Renato Casagrande e Ricardo Ferraço  parabenizamos o declino aos nossos anseios comunitários.

Ao Poder Executivo Municipal onde cito, Lorenzo Pazolini e Cristiani Samorini, nos últimos anos iniciando reversão lenta mas importante pelo mover de lideres e cidadãos de bem em nossas nove associações comunitárias e demais entidades de lutas populares. 

Temos e devemos caminhar unificados, governo do estado e prefeitura municipal, devemos unificar esforços a buscar diálogo e atrair, coptar e planejar captações de novos investimentos sólidos para em tempo de Deus, reverter ao eixo firme o mérito verídico de nossa região histórica.

Vejo agora o porque estou aqui servindo mais uma vez pela comunicação social a Vitória,, cidade que amo incondicionalmente.

Em lutas envolvo minhas virtudes e invirtudes, por vitórias com a do meu amigo empresário e morador, Moises Alves, porta voz eleito hoje, para terceiro mandato como conselheiro de segurança urbana na capital.

O hoje, o3 de novembro das 19 horas ás 20 horas a revolução, o grito maior, creio estar por vir; o Marco Zero das lutas em curso onde. o vencedor unificará com 156 votos, os demais votos credibilizados aos demais candidatos.

A vitoriosa demonstração de voz do “Campo Democrático do Centro de Vitória” unificando direita e esquerda e seus eforvos definindo o numeral 156.

Ironicamente o telefone 156, numero de artendimento e clamor por socorro por ação de seguridade contra atos maliguinos de seres a margem, ditos marginais, sem preconceitos.

Os 156 votos doados, aferidos expontaneamente a Moises Alves, comerciante na resistente Vila Rubim, onde há 40 anos atua com sua gloriosa Empresa Alves Couros. Do trágico dia do incêndio, nas cinzas, a fênix de prosperidade e exemplo de fé em empreender em nosso comercio relevante, útil a cidade, a Grande Vitória, ao estado, a nação, gerando rendas e divisas a cada dia mais, e mais…

Os  90 votos de Felipe Melo, filho do saudoso Osvaldo Melo,  o real tamanho político de Eugenio Martini, com 64 votos, atual funcionário público e também, dignissimo morador e promissor empreendedor comercial.

Os 18 votos do sindico do Edifício Aldebaram, Vitor, somados representam o esforço dos moradores e comerciantes pelo respeito a Região do Centro de Vitória.

Parabenizar é fatro, os 9 bairros e os 328 moradores que foram ás urnas, eleitores conscientes da necessidade de respeito comum pela segurança pública, que em dois mandatos como Conselheiro Municipal Moises Alves vem exercendo com garra e determinação. mandatos com resultados, exitos adiquiridos pelo conjuto dos 14 menbros do COMSU – Vitória.

Como diz, o prefeito de Cariacica, o revolucionário, advogado Euclerio Sampaio, prefeito que revoluciona institucionalmente sua cidade amada.

“QUEM AMA, CUIDA”…

… E nós moradores da região amamos morar aqui onde, pela brisa da Baia de Vitória entrelaçada as matas do Maciço Central – Parque da Fonte Grande, torna ar sempre puro, e mais do que nunca, palas lideranças comunitárias dos nove bairros, mobilizadas, atuando de forma unificada, os ventos sopram a favor de novos tempos, de esperança em uma nova página na história de quem é o “Marco Zero da Historia do Espírito Santo”.

O 156, número de votos, podemos ver com um sinal de Deus, afinal nosso atual líder religioso, nosso Arcebispo de Vitória, Querido Dom Ângelo, pelo significado do nome, denominado é, “mensageiro”, tem a voz maior como lider espiritual.

Pergunto então a todos, em tom maior, o que vamos fazer com os pobres e miserentos que vagueiam em nossas portas, praças, ruas e comercios a exigir pidindo, pedir exigindo, senão assaltam, roubam.

 

Assim vejo e proponho como mensagem maior, o que vamos fazer com os pobres, miserentos, ociosos humanos que vagam sem um “NORTE Misericordioso”, que em humanos cristão  fazem cotidianamente sem ocupação, diretrizes, esperanças de dias de dignidade, a cada instante fazem doer e sofrer, a minha e/ou, nossas almas cristãs.

Vamos fazer do nosso propósito de segurança um exemplo ao mundo.

Preciso crer, creio ser viável.

O numeral como comunicação, número de votos vitoriosos, 156 votos.

Por minha fé na politica como geradora de bem a nossa Vitoriosa cidade pacifica perante o mundo em guerras, sendo apontado,  visto como um sinal de comunicação divina.

Ligue 156, Moises Alves lidera. Representa. E nos vamos impulsionar, apoiar, unificar propósitos inimaginavelmente possivel no poder do amor, no poder de Jesus Cristo, 156…

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